Sensibilizar o público sobre os impactos do ciberbullying por meio de criações artísticas feitas pelos adolescentes da LEGIÃO MIRIM. A exposição propõe uma experiência interativa, crítica e sensível, que articula o mundo virtual com o corpo, o gesto e a coletividade. Permitindo que os adolescentes usem sua criatividade para provocar mudança social. É uma forma eficaz de conectar o mundo virtual com experiências reais, promovendo empatia e compreensão entre todos os envolvidos.
Todas as obras foram produzidas pela educadora do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, Emanuele, que coordena a oficina “Mãos Criativas” junto com os adolescentes das turmas da manhã e tarde que frequentam as atividades de SCFV da Legião Mirim. Visando uma educação que os ajude a lidar criticamente com a realidade digital, surgiu, a exposição, feita pelos adolescentes e para eles.
Obra interativa composta por desenhos produzidos pelos alunos, que retratam personagens diversos, inspirados em avatares digitais, filtros e perfis criados nas redes. O público poderá “montar” seus próprios personagens, combinando rostos, corpos e acessórios, refletindo sobre a facilidade de construir identidades idealizadas no universo online.
– Grupo 1 (Gatinho): Taina, Isabelle e Luana.
– Grupo 2 (ET Bombado): Renam, Lucas, Jonathan e Beatriz.
– Grupo 3 (Fiona): Maria Eduarda A, Raissa, Maria Eduarda M e Ana Maria.
– Grupo 4 (Marcinho): Larissa, Maria Clara e Thomas.
Ideia-chave: A máscara digital — quem somos quando ninguém vê?
Um percurso em zigue-zague, onde o público atravessa um “labirinto” composto por painéis com notícias reais, palavras marcantes e ilustrações dos alunos mais novos. A travessia convida à reflexão sobre os caminhos que escolhemos no mundo digital e as consequências das ações impensadas.
Ideia-chave: Palavras são setas — pra onde estamos apontando?
Uma mesa silenciosa, com papéis e canetas disponíveis, onde visitantes poderão relatar de forma anônima experiências pessoais ou conhecidas envolvendo bullying ou ciberbullying. Esses relatos serão transformados em um vídeo produzido pela turma de mídias.
Ideia-chave: A voz que (ainda) não foi ouvida.












